{"id":1157,"date":"2018-11-27T14:17:31","date_gmt":"2018-11-27T16:17:31","guid":{"rendered":"http:\/\/revidigital.com.br\/?p=1157"},"modified":"2018-11-27T14:17:31","modified_gmt":"2018-11-27T16:17:31","slug":"mais-catarinenses-trabalham-na-informalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2018\/11\/27\/mais-catarinenses-trabalham-na-informalidade\/","title":{"rendered":"Mais catarinenses trabalham na informalidade"},"content":{"rendered":"<h4><em>Por Revi com colabora\u00e7\u00e3o de Let\u00edcia Rieper (v\u00eddeo\/foto) e Fernanda de Lourdes Pereira<\/em><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um total de 4,78 milh\u00f5es de pessoas, no Brasil, s\u00e3o consideradas \u201cdesalentadas\u201d, ou seja, est\u00e3o desempregadas e desistiram de procurar <strong>emprego<\/strong> formal. Santa Catarina \u00e9 o estado com a menor taxa de <strong>desemprego<\/strong> do pa\u00eds, 6,2%, e det\u00e9m o menor \u00edndice de <strong>desalentados<\/strong>: 0,8%. Os dados s\u00e3o da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>A pesquisa mostra tamb\u00e9m que 228 mil catarinenses trabalham no setor privado sem carteira assinada, um acr\u00e9scimo de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o ao terceiro trimestre do ano passado. Em trabalhos dom\u00e9sticos, sem carteira assinada, o contingente \u00e9 de 103 mil pessoas, um aumento de 4,9% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (abril\/maio\/junho), por\u00e9m, quando comparado ao terceiro trimestre de 2017,\u00a0 houve queda de 6%.<\/p>\n<p>O IBGE tamb\u00e9m apurou o n\u00famero de catarinenses trabalhando por conta pr\u00f3pria: 772 mil. A joinvilense Bruna Fernanda Fernandes, 22 anos, faz parte desse conjunto. Depois de passar meses desempregada, decidiu apostar no trabalho informal na \u00e1rea da confeitaria. O que era apenas um passatempo virou neg\u00f3cio. No v\u00eddeo, ela conta essa trajet\u00f3ria:<\/p>\n<div style=\"position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;\"><iframe loading=\"lazy\" style=\"position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VtahtrNMIiQ?ecver=2\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3>Nem todos t\u00eam perfil empreendedor<\/h3>\n<p>Dos 92,6 milh\u00f5es de brasileiros ocupados, 25,4% trabalham por conta pr\u00f3pria. Mas abrir o pr\u00f3prio empreendimento n\u00e3o \u00e9 solu\u00e7\u00e3o para todos os \u201cdesalentados\u201d. A psic\u00f3loga \u00c9dina Acordi, que atua na RH Vernazza, afirma que a quest\u00e3o do desalento profissional \u00e9 um grande desafio para o pr\u00f3prio mercado de trabalho e que nem todas as pessoas possuem perfil empreendedor. \u201c\u00c0s vezes alguns profissionais n\u00e3o encontram a oportunidade que desejam, e tomam como incentivo abrir um neg\u00f3cio, por\u00e9m, sem uma base\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Segundo a psic\u00f3loga, alcan\u00e7ar estabilidade financeira tendo o pr\u00f3prio neg\u00f3cio requer paci\u00eancia. \u201cPodemos comparar essa situa\u00e7\u00e3o com as pessoas que n\u00e3o conseguem estudar a dist\u00e2ncia, por exemplo, porque n\u00e3o possuem a seguran\u00e7a de um professor presencial, assim s\u00e3o as pessoas que n\u00e3o conseguem manter um trabalho informal, pois, elas dificilmente conseguir\u00e3o os benef\u00edcios de um profissional CLT\u201d, compara.<\/p>\n<p>Ela destaca que, antes de tomar a decis\u00e3o de empreender, \u00e9 necess\u00e1rio que o profissional se conhe\u00e7a, analise se est\u00e1 apto a se arriscar e pesquise o mercado. \u201cTer uma educa\u00e7\u00e3o financeira \u00e9 essencial. Incentivamos o empreendedorismo, mas com consci\u00eancia para que n\u00e3o haja perda\u201d, observa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Revi com colabora\u00e7\u00e3o de Let\u00edcia Rieper (v\u00eddeo\/foto) e Fernanda de Lourdes Pereira &nbsp; Um total de 4,78 milh\u00f5es de pessoas, no Brasil, s\u00e3o consideradas \u201cdesalentadas\u201d, ou seja, est\u00e3o desempregadas e desistiram de procurar emprego formal. 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