{"id":15051,"date":"2023-12-22T12:01:56","date_gmt":"2023-12-22T15:01:56","guid":{"rendered":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/?p=15051"},"modified":"2024-03-18T14:05:08","modified_gmt":"2024-03-18T17:05:08","slug":"comunicacao-do-futuro-perspectivas-da-profissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2023\/12\/22\/comunicacao-do-futuro-perspectivas-da-profissao\/","title":{"rendered":"Comunica\u00e7\u00e3o do futuro: perspectivas da profiss\u00e3o\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Confira a terceira reportagem da s\u00e9rie \u201cComunica\u00e7\u00e3o: 25 anos de hist\u00f3ria\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por Ana Carolina de Jesus e B\u00e1rbara Siementkowski<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 alguns anos, jornalistas viam as reda\u00e7\u00f5es tradicionais se tornando cada vez menores. N\u00e3o \u00e9 raro encontrarmos relatos de profissionais que viram colegas sendo demitidos e que logo menos, se viram na mesma situa\u00e7\u00e3o. Na publicidade, a transforma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aconteceu, com o online e o offline cada vez mais integrado, os profissionais tiveram que se atualizar e entender as novas demandas do mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>E aos poucos a comunica\u00e7\u00e3o foi mudando e evoluindo ao ponto de jornalistas, publicit\u00e1rios, designers e demais profissionais da \u00e1rea se depararem com trabalhos cada vez mais integrados, multim\u00eddias e digitais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00faltima reportagem da s\u00e9rie especial de 25 anos dos cursos de comunica\u00e7\u00e3o do Ielusc, voc\u00ea vai entender sobre tend\u00eancias e perspectivas das profiss\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Da TV catarinense rumo ao empreendedorismo e ao marketing<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9milin Souza entrou na faculdade de jornalismo com uma certeza: queria trabalhar com telejornalismo. N\u00e3o demorou muito para que conseguisse. Logo no in\u00edcio do curso fez um teste para trabalhar da televis\u00e3o da faculdade, passou e come\u00e7ou a apresentar o que seria o piloto da TV da institui\u00e7\u00e3o que estudava em Lages.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo emissoras da regi\u00e3o a conheceram atrav\u00e9s deste trabalho e a convidaram para trabalhar nas suas reda\u00e7\u00f5es. \u201cAinda em Lages, fiz um piloto para TV e comecei a apresentar o jornal da faculdade. Nisso os jornais da regi\u00e3o viram esse piloto e me convidaram para fazer um teste. Eu acabei passando e j\u00e1 fui atuar na televis\u00e3o, na TV Arauc\u00e1ria, afiliada ao SBT, na \u00e9poca eu tinha 19 anos\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<p>A jornada que come\u00e7ou em Lages e foi parar em Joinville. Foi em 2010 que Emilin acabou se mudando para a cidade e concluiu seu curso de Jornalismo na Faculdade Ielusc. Vinda de uma fam\u00edlia de jornalistas, essa foi a sua influ\u00eancia para escolher a profiss\u00e3o. \u00c9milin conta que desde pequena j\u00e1 acompanhava a rotina do jornal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p>\u201cEu escolhi jornalismo porque eu vim de uma fam\u00edlia de jornalistas, meu tio era um dos diretores gerais de programa\u00e7\u00e3o da RBS. Minha m\u00e3e sempre trabalhou em um jornal impresso em Lages, ent\u00e3o desde a inf\u00e2ncia eu lembro de acompanhar o processo de impress\u00e3o dos jornais. E ao escolher uma profiss\u00e3o, fiquei em d\u00favida entre Direito e Jornalismo e decidi seguir pelo Jornalismo\u201d, diz \u00c9milin.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A carreira de \u00c9milin e as mudan\u00e7as da comunica\u00e7\u00e3o t\u00eam pontos em comum. Afinal, das reda\u00e7\u00f5es tradicionais de televis\u00e3o, \u00c9milin migrou para o empreendedorismo e para o Marketing Digital. \u201cEu atuei mais de 10 anos dentro das reda\u00e7\u00f5es de Televis\u00e3o. J\u00e1 atuei como rep\u00f3rter, produtora, apresentadora. J\u00e1 fechei muitos jornais, SBT Not\u00edcias, Jornal do Almo\u00e7o, Ver Mais, todos esses entre Joinville e Lages. Meu \u00faltimo trabalho televis\u00e3o foi na RBS, quando eu pedi a conta e me mudei para a Calif\u00f3rnia, nos Estados Unidos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1080\" height=\"1350\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Emilin-Souza.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15052\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9dito: arquivo pessoal.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A jornalista conta que essa transi\u00e7\u00e3o foi feita de forma bastante natural. Ela atuava tamb\u00e9m como Diretora de Marketing nos Bombeiros Volunt\u00e1rios de Joinville, o que tamb\u00e9m a mostrou outras possibilidades de carreira. Em busca de novas experi\u00eancias, ela resolveu se mudar para fora do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p>\u201cChegou um momento em que percebi que n\u00e3o permaneceria para sempre dentro de uma reda\u00e7\u00e3o de TV. Com mais de 10 anos de experi\u00eancia, senti o cansa\u00e7o e compreendi que, financeiramente, havia um limite tamb\u00e9m. Eu sabia que para ganhar mais eu teria que me mudar, ir pra S\u00e3o Paulo, por exemplo, e eu n\u00e3o tinha isso no meu cora\u00e7\u00e3o.Eu desempenhei todas as fun\u00e7\u00f5es que gostaria no jornalismo de TV, e o cansa\u00e7o veio. Quando decidi vir para a Calif\u00f3rnia, eu quis abrir uma empresa, trabalhar em algo que estivesse ligado ao jornalismo. O marketing, de uma forma ou de outra, se conecta com esses planos.&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Foi a\u00ed que \u00c9milin fundou a We Do Content, a primeira ag\u00eancia de marketing digital fundada por uma mulher imigrante na Calif\u00f3rnia. A We Do faz servi\u00e7os de gerenciamento de redes sociais, identidade visual, cria\u00e7\u00e3o de sites, tr\u00e1fego pago e outros. A jornalista, que hoje empreende na \u00e1rea do marketing, traz a veia da profiss\u00e3o que escolheu para si.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm todos os nossos conte\u00fados, mantenho a abordagem jornal\u00edstica, como a checagem de informa\u00e7\u00f5es, a informa\u00e7\u00e3o de qualidade e a corre\u00e7\u00e3o. Essa ess\u00eancia permanece em mim, refletindo n\u00e3o apenas na produ\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m na forma como me expresso frente \u00e0s c\u00e2meras, uma heran\u00e7a do meu tempo no jornalismo e na TV\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O futuro da comunica\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica trouxe mudan\u00e7as vertiginosas ao jornalismo, n\u00e3o apenas alterando a forma como os jornalistas trabalham, mas tamb\u00e9m transformando suas intera\u00e7\u00f5es com diversos agentes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto de incertezas, o professor Jacques Mick, pesquisador e professor dos Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo e em Sociologia e Ci\u00eancia Pol\u00edtica&nbsp; da Universidade Federal de Santa Catarina, aponta prioridades claras para o campo.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro est\u00e1 relacionado ao fortalecimento do jornalismo local. Para ele, a deteriora\u00e7\u00e3o do jornalismo local teve impactos significativos na esfera pol\u00edtica. \u201cA busca pela defesa da democracia agora exige um compromisso renovado com o jornalismo local e o seu fortalecimento. Houve uma certa piora do jornalismo local, isso reflete na deteriora\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, na forma\u00e7\u00e3o da c\u00e2mara de vereadores e na escolha de prefeitos\u201d, explica o professor.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra tend\u00eancia \u00e9 a diminui\u00e7\u00e3o das fronteiras entre as linguagens do jornalismo. \u201cExemplos como o uso da linguagem de telenovela nos podcasts de Chico Felitti mostram como o jornalismo est\u00e1 se adaptando a novas formas de comunica\u00e7\u00e3o. A dilui\u00e7\u00e3o de barreiras entre a informa\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica e o conte\u00fado para divers\u00e3o sugere a necessidade de acompanhar essa mudan\u00e7a.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>E claro, o professor tamb\u00e9m compartilhou sobre uma antiga e sempre em alta discuss\u00e3o dentro do jornalismo: o diploma. Para ele, diante dos \u00faltimos acontecimentos e da crescente demanda por informa\u00e7\u00f5es de qualidade, a import\u00e2ncia do diploma jornal\u00edstico \u00e9 reafirmada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p>\u201cEu me oponho a dizer que o diploma n\u00e3o serve para nada, na minha opini\u00e3o vai ser ainda mais fundamental. O ritmo acelerado da vida moderna requer uma crescente demanda por informa\u00e7\u00f5es de qualidade, evidenciado pelos acontecimentos recentes, como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a pandemia de Covid-19. As pessoas precisam de informa\u00e7\u00f5es de qualidade e confi\u00e1veis para lidar\u201d, analisa o professor.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o de \u00c9milin, as tend\u00eancias da comunica\u00e7\u00e3o, tanto para o jornalismo como para a publicidade, est\u00e3o muito relacionadas com o avan\u00e7o da tecnologia, principalmente com a intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s, profissionais da comunica\u00e7\u00e3o, seja do jornalismo, do marketing, da publicidade, vamos trabalhar com as ferramentas de Intelig\u00eancia Artificial uma forma que ainda tenhamos autoridade no que estamos fazendo. Precisamos trazer mais veracidade do que est\u00e1 sendo colocado, buscar tamb\u00e9m a diferen\u00e7a entre um humano e a m\u00e1quina falando.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ela ainda refor\u00e7a que precisamos olhar para as ferramentas de IA (Intelig\u00eancia Artificial) n\u00e3o a partir da perspectiva de ela ter surgido, porque ela j\u00e1 est\u00e1 a\u00ed, mas sim como ela far\u00e1 parte dos nossos trabalhos. \u201cO que iremos fazer com essa tecnologia nos setores em que trabalhamos? Como vamos fazer isso na parte do Design, como vamos lidar com a credibilidade da informa\u00e7\u00e3o? Acredito que realmente, a partir de agora, temos um desafio dessa era da informa\u00e7\u00e3o, precisamos tamb\u00e9m pensar quais s\u00e3o as consequ\u00eancias de tudo isso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O jornalismo, as redes sociais e a publicidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Jacques Mick tamb\u00e9m foi professor na Faculdade Ielusc entre 2001 e 2009. De estudantes que j\u00e1 eram profissionais e iam em busca de seus diplomas, a jovens iniciantes na carreira, o professor acompanhou transi\u00e7\u00f5es importantes na cidade. \u201cFoi uma \u00e9poca tamb\u00e9m de redu\u00e7\u00e3o de postos de trabalho em Joinville, principalmente por conta da venda da RBS e que se tornou a NSC\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao trabalho de jornalistas em redes sociais, ele conta que na \u00e9poca em que dava aula no Ielusc, era apenas o come\u00e7o de um ciclo. \u201cQuando eu dei aula em Joinville, era s\u00f3 o come\u00e7o de um ciclo que depois se aprofundou. A profissionaliza\u00e7\u00e3o dos trabalhos dos jornalistas em redes sociais se intensificou a partir de 2010, quando novas fun\u00e7\u00f5es surgiram\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 \u00c9milin, que iniciou a gradua\u00e7\u00e3o em 2010, lembra como as redes sociais eram vistas de uma forma totalmente diferente. \u201cA principal mudan\u00e7a da \u00e9poca em que eu estudava foi o avan\u00e7o dos recursos digitais. Por exemplo, quando eu estudava jornalismo n\u00e3o tinha o Instagram do jeito que&nbsp; ele \u00e9 hoje. N\u00e3o tinha as ferramentas que s\u00e3o utilizadas nele para trabalho. A rede social era para fam\u00edlia e amigos, voc\u00ea n\u00e3o fechava neg\u00f3cios, n\u00e3o era um local que voc\u00ea poderia ver not\u00edcias do jeito que \u00e9 hoje\u201d, relembra.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, o Jornalismo possui uma fun\u00e7\u00e3o muito importante dentro dos trabalhos com o marketing e as redes sociais. \u201cO Jornalismo entra no marketing de forma muito respons\u00e1vel. Existe uma linha muito t\u00eanue entre a propaganda em si, a credibilidade da informa\u00e7\u00e3o, a autoridade que voc\u00ea precisa buscar e tamb\u00e9m o desafio de voc\u00ea saber lidar com as palavras certas em diversas circunst\u00e2ncias, seja em uma campanha para redes sociais, seja em uma campanha publicit\u00e1ria para qualquer servi\u00e7o online. O jornalismo acaba tendo uma import\u00e2ncia muito significativa para conectar tudo isso\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p>Zuciane Peres, de 26 anos, acaba de finalizar o curso de Jornalismo na Faculdade Ielusc. No in\u00edcio de dezembro apresentou a monografia \u201cChoquei \u00e9 jornalismo? Uma an\u00e1lise da cobertura eleitoral do perfil no Instagram\u201d, no qual a aluna abordou como perfis das redes sociais conseguem divulgar mat\u00e9rias jornal\u00edsticas. Em contrapartida do tema de sua monografia que trata do jornalismo na era digital, Zuciane trabalha atualmente no Jornal A Gazeta, ve\u00edculo impresso com sede em S\u00e3o Bento do Sul.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Sonora-1.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"599\" height=\"800\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Imagem-Zu-edited.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15055\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9dito: arquivo pessoal.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Zuciane confessa que ainda est\u00e1 pensativa quanto ao futuro devido a sa\u00edda recente da gradua\u00e7\u00e3o, mas primeiro quer descansar e aproveitar a fam\u00edlia. \u201cMas sei que no futuro, o que eu quero fazer, \u00e9 contar hist\u00f3rias e entrevistar pessoas. Isso me faz feliz\u201d, contou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira a terceira reportagem da s\u00e9rie \u201cComunica\u00e7\u00e3o: 25 anos de hist\u00f3ria\u201d Por Ana Carolina de Jesus e B\u00e1rbara Siementkowski H\u00e1 alguns anos, jornalistas viam as reda\u00e7\u00f5es tradicionais se tornando cada vez menores. N\u00e3o \u00e9 raro encontrarmos relatos de profissionais que viram colegas sendo demitidos e que logo menos, se viram na mesma situa\u00e7\u00e3o. Na publicidade, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15058,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20,24],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15051"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15051"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15051\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15077,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15051\/revisions\/15077"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15058"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15051"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15051"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15051"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}