{"id":16099,"date":"2024-11-05T15:07:46","date_gmt":"2024-11-05T18:07:46","guid":{"rendered":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/?p=16099"},"modified":"2024-11-05T15:07:47","modified_gmt":"2024-11-05T18:07:47","slug":"outubro-rosa-evento-em-universidade-de-joinville-marca-encerramento-da-campanha-de-conscientizacao-sobre-o-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2024\/11\/05\/outubro-rosa-evento-em-universidade-de-joinville-marca-encerramento-da-campanha-de-conscientizacao-sobre-o-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Outubro Rosa: evento em universidade de Joinville marca encerramento da campanha de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o c\u00e2ncer de mama"},"content":{"rendered":"\n<p>Na \u00faltima quinta-feira (31), a Udesc Joinville promoveu o evento \u201cOutubro Rosa\u201d. A tarde contou com palestra, bate papo e um sarau cultural. A m\u00e9dica de Fam\u00edlia e Comunidade, Maria Simone Pan, foi convidada para esclarecer d\u00favidas sobre o assunto para as participantes. Depois, pacientes oncol\u00f3gicas relataram suas experi\u00eancias com o tratamento da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de C\u00e2ncer (INCA), estima-se que 73.610 novos casos de c\u00e2ncer de mama sejam registrados at\u00e9 2025, com uma taxa de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. No entanto, a maioria dos casos possuem um bom progn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>As&nbsp; regi\u00f5es Sul e Sudeste det\u00e9m uma das taxas mais altas de incid\u00eancia do c\u00e2ncer de mama. Em Santa Catarina, 824 mulheres morreram v\u00edtimas do c\u00e2ncer de mama em 2023. Esse ano, embora ainda com dados incompletos, j\u00e1 ocorreram 592 \u00f3bitos pela doen\u00e7a, de acordo com dados registrados no Sistema de Informa\u00e7\u00e3o de Mortalidade (SIM).<\/p>\n\n\n\n<p>Devido aos elevados n\u00fameros, o evento teve como objetivo promover a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre a doen\u00e7a e estimular o autocuidado. De acordo com a m\u00e9dica Maria Simone Pan, estima-se que \u00e9 poss\u00edvel reduzir a incid\u00eancia em um ter\u00e7o dos casos seguindo as preven\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias, aquelas que t\u00eam o intuito de evitar a ocorr\u00eancia da doen\u00e7a. Manter o peso corporal adequado; praticar atividades f\u00edsicas; e evitar o consumo de bebidas alco\u00f3licas diminuem as chances de desenvolver a doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m destes, a amamenta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 considerada um fator protetor. Estudos apontam que, a cada 12 meses de aleitamento, as chances de aparecimento de um tumor mam\u00e1rio diminui em 4,3%. O motivo \u00e9 que, durante o per\u00edodo da amamenta\u00e7\u00e3o, o n\u00edvel de estrog\u00eanio no organismo da mulher n\u00e3o aumenta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cJ\u00e1 a detec\u00e7\u00e3o precoce, chamada de preven\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria, n\u00e3o reduz a incid\u00eancia, mas pode diminuir a mortalidade pela doen\u00e7a\u201d, explica Maria. As mulheres com sinais e sintomas suspeitos podem realizar um diagn\u00f3stico precoce por meio de avalia\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica. As mulheres assintom\u00e1ticas devem realizar a mamografia bilateral, que\u00a0 \u00e9 o exame de escolha para o rastreamento do c\u00e2ncer de mama pelo impacto na redu\u00e7\u00e3o da mortalidade. Pode ser solicitada por m\u00e9dicos e enfermeiros para o rastreamento de mulheres entre 50 e 69 anos, dentro dos protocolos estabelecidos pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Mulheres com menos de 50 anos consideradas de alto risco para o c\u00e2ncer de mama dever\u00e3o ter avalia\u00e7\u00e3o individualizada pelo m\u00e9dico da equipe.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"2560\" height=\"1920\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/a416089d-111e-4a93-bec4-af52a6486e32-scaled.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16100\" srcset=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/a416089d-111e-4a93-bec4-af52a6486e32-scaled.jpg 2560w, https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/a416089d-111e-4a93-bec4-af52a6486e32-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/a416089d-111e-4a93-bec4-af52a6486e32-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fatores de risco\u00a0<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar do c\u00e2ncer de mama ser multifatorial, a idade \u00e9 um dos principais fatores que aumentam o risco de se desenvolver a doen\u00e7a. Existem alguns fatores end\u00f3crinos ou relativos \u00e0 hist\u00f3ria reprodutiva que podem estimular a incid\u00eancia de c\u00e2ncer de mama. Entre eles, a menarca precoce, que seria a primeira menstrua\u00e7\u00e3o antes dos 12 anos;&nbsp; menopausa tardia, ap\u00f3s os 55 anos; e a primeira gravidez depois dos 30 anos, tamb\u00e9m s\u00e3o fatores de risco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sinais de alerta<\/h2>\n\n\n\n<ul>\n<li>N\u00f3dulo (caro\u00e7o), fixo e geralmente indolor \u00e9 a principal manifesta\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, estando presente em cerca de 90% dos casos;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Pele da mama avermelhada, retra\u00edda ou parecida com casca de laranja;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Altera\u00e7\u00f5es no bico do peito (mamilo);&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Pequenos n\u00f3dulos nas axilas ou no pesco\u00e7o;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Sa\u00edda espont\u00e2nea de l\u00edquido anormal pelos mamilos.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados por um m\u00e9dico para que seja avaliado o risco de se tratar de um c\u00e2ncer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na \u00faltima quinta-feira (31), a Udesc Joinville promoveu o evento \u201cOutubro Rosa\u201d. 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