{"id":16542,"date":"2025-05-13T17:44:58","date_gmt":"2025-05-13T20:44:58","guid":{"rendered":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/?p=16542"},"modified":"2025-05-13T17:45:00","modified_gmt":"2025-05-13T20:45:00","slug":"a-voz-que-toca-coracoes-a-trajetoria-inspiradora-de-camila-xavier-no-radio-e-na-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2025\/05\/13\/a-voz-que-toca-coracoes-a-trajetoria-inspiradora-de-camila-xavier-no-radio-e-na-vida\/","title":{"rendered":"A voz que toca cora\u00e7\u00f5es: a trajet\u00f3ria inspiradora de Camila Xavier no r\u00e1dio e na vida"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Anna Bibow e Camille Loffler <\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A gargalhada solta e o olhar vibrante de Camila Xavier, conhecida como Cac\u00e1 e Camilinha, pelos pr\u00f3ximos,&nbsp; revelam mais que simpatia \u2014 traduzem a alma de uma comunicadora nata. Aos 10 anos, em um show de talentos no shopping de sua cidade natal, Joinville, ela dublou uma m\u00fasica, desfilou, venceu, e teve seu momento eternizado por uma antiga filmadora VHS de seu pai. \u201cAli nasceu minha paix\u00e3o por m\u00fasica, por palco, por me expressar\u201d, recorda-se, com brilho nos olhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na inf\u00e2ncia, o cen\u00e1rio era bem diferente da era digital que hoje domina os meios de comunica\u00e7\u00e3o. \u201cBrinc\u00e1vamos na rua at\u00e9 tarde, eu adorava andar de bicicleta e roller. Foi uma inf\u00e2ncia sem tecnologia, mas cheia de viv\u00eancias reais\u201d, conta. A espontaneidade da menina moleca encantava, mas foi a m\u00e3e quem decidiu coloc\u00e1-la em um curso de modelo, com o intuito de ensin\u00e1-la a andar de salto e ser mais feminina. \u201cObrigada, m\u00e3e, me ajudou muito\u201d, diz aos risos, reconhecendo que aquele passo foi crucial para o in\u00edcio de sua carreira.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante uma sess\u00e3o de fotos para uma revista local, surgiu a oportunidade de dar voz a um comercial de r\u00e1dio. O convite veio de forma inesperada, mas Cac\u00e1 topou. \u201cGravei na Transam\u00e9rica, hoje Jovem Pan, e na semana seguinte os clientes j\u00e1 pediam minha voz. Foi o r\u00e1dio que me encontrou\u201d, afirma. Era o come\u00e7o de uma jornada que, 14 anos depois, segue firme e apaixonada.Em 2010, veio o primeiro grande desafio profissional: integrar a equipe da R\u00e1dio Atl\u00e2ntida Joinville 104.3FM. L\u00e1, al\u00e9m do microfone, Camila se aventurou nas redes sociais, no jornal impresso e na televis\u00e3o. \u201cEscrevia a coluna \u2018Papo Atl\u00e2ntida\u2019, gravava para o Jornal do Almo\u00e7o e ainda tocava o programa Hashtag ATL. Foi minha verdadeira escola multim\u00eddia\u201d, relembra com orgulho.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas nem tudo foi f\u00e1cil. Camila enfrentou desafios profundos, especialmente por ser mulher em um meio predominantemente masculino. \u201cJ\u00e1 trabalhei numa r\u00e1dio onde eu era a \u00fanica voz feminina. Sofri ass\u00e9dio moral, abuso de poder e machismo. N\u00e3o foi f\u00e1cil, mas tudo virou aprendizado\u201d, relata, com firmeza na voz e postura ereta, demonstrando a for\u00e7a conquistada com o tempo. <\/p>\n\n\n\n<p>Ela reconhece que a presen\u00e7a feminina no r\u00e1dio evoluiu, mas ainda h\u00e1 barreiras. \u201cHoje temos mais vozes femininas, mas ainda falta apoio m\u00fatuo. Precisamos nos fortalecer como rede\u201d, opina. Para ela, ser comunicadora \u00e9 mais que profiss\u00e3o \u2014 \u00e9 miss\u00e3o. \u201cJ\u00e1 recebi mensagens de ouvintes dizendo que s\u00f3 conseguiam levantar da cama ap\u00f3s nos ouvir. Isso n\u00e3o tem pre\u00e7o.\u201d<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-02-at-18.01.48-1.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16545\" style=\"width:350px;height:373px\" width=\"350\" height=\"373\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Credito da Foto  Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Com 24 anos de trajet\u00f3ria e 37 anos de idade \u2014 dos freelas aos programas ao vivo \u2014 Camila hoje une sua paix\u00e3o pelo r\u00e1dio ao marketing digital. \u201cJ\u00e1 planejei demais. Agora entrego nas m\u00e3os de Deus. Ele sabe o que faz.\u201d Seu maior sonho? \u201cTer minha pr\u00f3pria r\u00e1dio. Com um time de comunicadores apaixonados, vivendo em harmonia. Sonhos s\u00e3o poss\u00edveis\u201d, diz, com a certeza de quem j\u00e1 transformou muitos em realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o pode mudar vidas, e Cac\u00e1 Xavier \u00e9 prova viva disso. Com sua voz, ela conecta, inspira e transforma. E, enquanto houver som no <em>dial<\/em> em 100,7 pelas manh\u00e3s do Bom dia Joinville na r\u00e1dio NDFM,\u00a0 sua mensagem seguir\u00e1 ecoando.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Anna Bibow e Camille Loffler A gargalhada solta e o olhar vibrante de Camila Xavier, conhecida como Cac\u00e1 e Camilinha, pelos pr\u00f3ximos,&nbsp; revelam mais que simpatia \u2014 traduzem a alma de uma comunicadora nata. 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