{"id":16828,"date":"2025-07-09T18:15:23","date_gmt":"2025-07-09T21:15:23","guid":{"rendered":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/?p=16828"},"modified":"2025-07-09T18:15:25","modified_gmt":"2025-07-09T21:15:25","slug":"jazz-crew-leva-musica-e-cultura-aos-espacos-publicos-de-joinville","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2025\/07\/09\/jazz-crew-leva-musica-e-cultura-aos-espacos-publicos-de-joinville\/","title":{"rendered":"Jazz Crew leva m\u00fasica e cultura aos espa\u00e7os p\u00fablicos de Joinville"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Iniciativa amplia o acesso \u00e0 m\u00fasica instrumental e incentiva a forma\u00e7\u00e3o de novos p\u00fablicos, promovendo a arte como ferramenta social<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por <em>Dyeimine <\/em>Senn Schlindwein<\/p>\n\n\n\n<p>Joinville recebe, ao longo de julho, o projeto <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/jazzcrewproject?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=MWJ4NGR6OHVqOG1sNQ==v\">\u201cJazz Crew \u2013 M\u00fasica nas Ruas\u201d<\/a>, que leva apresenta\u00e7\u00f5es gratuitas de jazz instrumental a diferentes espa\u00e7os p\u00fablicos da cidade. Os shows acontecem ao ar livre e t\u00eam como objetivo aproximar a popula\u00e7\u00e3o da m\u00fasica instrumental por meio de encontros acess\u00edveis e abertos \u00e0 comunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Idealizado pelo m\u00fasico, produtor e educador <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bateristavieira?igsh=bG4xY2l4bGNhZjQ5\">Rafael Vieira<\/a>, o projeto \u00e9 financiado pela Lei Aldir Blanc e prop\u00f5e a ressignifica\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os urbanos como ambientes de conviv\u00eancia e manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica. As apresenta\u00e7\u00f5es acontecem no dia 18 de julho, \u00e0s 19h30, no Museu de Arte de Joinville (MAJ); no dia 24 de julho, \u00e0s 18h, na Saltare, dentro da programa\u00e7\u00e3o do Festival de Dan\u00e7a de Joinville; e no dia 27 de julho, \u00e0s 14h, no Museu Nacional de Imigra\u00e7\u00e3o e Coloniza\u00e7\u00e3o (MNIC).<\/p>\n\n\n\n<p>Aberto a todos os p\u00fablicos, o projeto deve atrair desde estudantes e professores de m\u00fasica at\u00e9 fam\u00edlias, jovens, adultos e idosos, al\u00e9m de artistas, produtores e agentes culturais. \u201c\u00c9 um convite para todos que acreditam no poder da arte como ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o social e fortalecimento de la\u00e7os\u201d, resume Rafael.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Jazz para todos<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A proposta \u00e9 clara: popularizar o jazz e aproximar o p\u00fablico desse g\u00eanero t\u00e3o rico em hist\u00f3ria, improviso e intera\u00e7\u00e3o. Para isso, o grupo Rafael Vieira &amp; The Jazz Crew, formado por <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/fabio.oliveirapiano?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=YjN6MHQ3bGpkcG12\">Fabio Oliveira<\/a> (piano), <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marccoo.antonio?igsh=M3NqbHkwNTBra2F6\">Marco Ant\u00f4nio Iropeba<\/a> (guitarra) e o argentino <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marcosarchetti?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=MWFncGlqcjFqaWk0Ng==\">Marcos Archetti<\/a> (contrabaixo el\u00e9trico), se apresenta em formato ac\u00fastico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os arranjos das apresenta\u00e7\u00f5es, assinados por Archetti, trazem uma roupagem contempor\u00e2nea e sofisticada, mesclando composi\u00e7\u00f5es autorais e releituras de cl\u00e1ssicos do g\u00eanero.<\/p>\n\n\n\n<p>A cada encontro, um m\u00fasico convidado se junta ao grupo base, ampliando as possibilidades sonoras e tornando cada show \u00fanico. Este ano, o projeto traz convidados de peso: o saxofonista cubano <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/eliolorenzo_sax?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=MWNocnFoaGJuZmZ2bA==\">Elio Lorenzo<\/a>, o trompetista paulista <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/gabriel_barbalho_?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=MTZnNXdzazd3YnhhNw==\">Gabriel Barbalho<\/a> e o guitarrista catarinense <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/micaelgraciki?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=YjBpbWdnNmVkdGpk\">Micael Graciki<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conex\u00e3o e troca cultural<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Mais do que shows, o \u201cJazz Crew\u201d \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o cultural que quer unir gera\u00e7\u00f5es, democratizar o acesso \u00e0 m\u00fasica instrumental e estimular a conviv\u00eancia comunit\u00e1ria. A expectativa \u00e9 reunir ao menos 300 pessoas nos eventos. \u201cQueremos transformar nossas ruas em palcos abertos, convidando as pessoas a trazerem suas cadeiras de praia, suas fam\u00edlias, seus amigos, para celebrar a m\u00fasica e a vida juntos\u201d, destaca Vieira.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como surgiu a ideia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A proposta surgiu da percep\u00e7\u00e3o de que os espa\u00e7os p\u00fablicos de Joinville, muitas vezes subutilizados, podem se tornar palcos vibrantes de arte e encontro. Inspirado na arte do improviso do jazz, Rafael idealizou um formato em que cada apresenta\u00e7\u00e3o seja um convite \u00e0 escuta, ao di\u00e1logo e \u00e0 troca cultural. \u201cO objetivo \u00e9 criar um ambiente acolhedor, onde as pessoas se sintam \u00e0 vontade para chegar, sentar, relaxar e curtir boa m\u00fasica em boa companhia\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Repert\u00f3rio destaca ritmos afro-brasileiros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O repert\u00f3rio do <em>Jazz Crew \u2013 M\u00fasica nas Ruas<\/em> foi pensado para explorar a diversidade r\u00edtmica e harm\u00f4nica do jazz contempor\u00e2neo, com destaque para artistas que ampliam as fronteiras do g\u00eanero. A curadoria musical, assinada por Rafael Vieira em parceria com Marcos Archetti, aposta em uma sele\u00e7\u00e3o menos centrada nos cl\u00e1ssicos tradicionais e mais voltada a composi\u00e7\u00f5es com identidade pr\u00f3pria.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os nomes escolhidos est\u00e3o refer\u00eancias internacionais como <strong>Pat Metheny<\/strong> e <strong>Michael Brecker<\/strong>, ao lado de expoentes da m\u00fasica instrumental brasileira como <strong>Ayrton Moreira<\/strong>, <strong>Am\u00e9rico Pascual<\/strong> e o grupo <strong>Azymuth<\/strong>. A proposta, segundo Archetti, \u00e9 construir uma experi\u00eancia que mescle diferentes linguagens e provoque o p\u00fablico pela riqueza dos timbres e dos arranjos. \u201cA gente buscou fazer uma mistura bastante interessante, com uma pegada r\u00edtmica que traz a identidade africana, a identidade brasileira, a identidade do groove\u201d, explica o m\u00fasico.<\/p>\n\n\n\n<p>Os arranjos preparados por Archetti tamb\u00e9m se distanciam da estrutura convencional das forma\u00e7\u00f5es jazz\u00edsticas, oferecendo espa\u00e7o de destaque para todos os integrantes da banda. \u201cN\u00e3o buscamos tanto essa estrutura t\u00edpica do jazz, onde apresenta a melodia, vai para solos longos e volta para a melodia. Tentamos colocar bastante conven\u00e7\u00e3o, viradas e sess\u00f5es que valorizem a intera\u00e7\u00e3o entre os instrumentos\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da improvisa\u00e7\u00e3o, a proposta valoriza a escuta coletiva e a constru\u00e7\u00e3o compartilhada entre os m\u00fasicos. Para quem vai ter contato com o jazz pela primeira vez, Archetti destaca que o p\u00fablico pode esperar uma experi\u00eancia din\u00e2mica, com espa\u00e7o para o improviso e o protagonismo de cada instrumento, mas tamb\u00e9m com forte apelo r\u00edtmico. \u201cA ideia \u00e9 que eles vejam uma mistura entre muita liberdade individual e muita conex\u00e3o entre os instrumentos, e que possam se envolver nessa parte dan\u00e7ante, da alegria que traz o ritmo e a troca \u00a0entre os m\u00fasicos.\u201d<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXcMLFnx6l8rAz_0DWLsCk8yu3z9R5c5eZ5JXt7bKerC6wEiDmGZtLRMckT4O-ALQc4_weOY_t1A-ZJStuvW2ojJ8LRxO51L7rU0eqF5sDYxiotK4vQ-b0prrZf0KRPiu4yrLdrkhQ?key=dd-zYaWKa5DZavL39va2QQ\" alt=\"\" style=\"width:541px;height:304px\" width=\"541\" height=\"304\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rafael Vieira e The Jazz Crew  <br>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Projeto traz jazz e improviso para as ruas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto \u201cJazz Crew\u201d vai al\u00e9m de uma s\u00e9rie de shows gratuitos ao ar livre em Joinville. Para os m\u00fasicos convidados, participar significa integrar uma rede de amizade, compromisso e paix\u00e3o pela m\u00fasica instrumental brasileira, um movimento que busca n\u00e3o apenas apresentar o jazz, mas tamb\u00e9m manter viva sua tradi\u00e7\u00e3o e ampliar seu alcance.<\/p>\n\n\n\n<p>O guitarrista Micael Graciki ressalta que a motiva\u00e7\u00e3o principal vem da rela\u00e7\u00e3o com o idealizador Rafael Vieira e a possibilidade de criar e tocar com amigos e parceiros musicais. J\u00e1 para o saxofonista Gabriel Barbalho, o convite representa uma oportunidade de dar continuidade a um trabalho que acompanha desde o in\u00edcio da carreira, focado em improvisa\u00e7\u00e3o e no fortalecimento da m\u00fasica instrumental: \u201cSempre que recebo um convite desses, para mim \u00e9 mais uma oportunidade de fazer com que essa m\u00fasica continue viva, continue chegando nos ouvidos dos diversos p\u00fablicos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Tocar jazz em espa\u00e7os p\u00fablicos, para esses m\u00fasicos, \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de democratizar a arte. Gabriel destaca que levar m\u00fasica instrumental para as ruas ajuda a formar novos p\u00fablicos, incluindo crian\u00e7as, que t\u00eam pouco contato com esse tipo de apresenta\u00e7\u00e3o. \u201cPara mim, tocar em espa\u00e7os p\u00fablicos ao ar livre, com acesso gratuito, \u00e9 justamente pensar na continuidade e na expans\u00e3o dessa arte, desse estilo musical para o p\u00fablico geral.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O saxofonista cubano Elio Lorenzo refor\u00e7a essa ideia, lembrando que o jazz, embora tenha ra\u00edzes profundas e uma hist\u00f3ria marcada pela resist\u00eancia, ainda \u00e9 pouco acessado por grande parte da popula\u00e7\u00e3o mundial. \u201cMilhares de pessoas n\u00e3o t\u00eam acesso. Apenas um pequeno grupo da popula\u00e7\u00e3o mundial consome esse tipo de m\u00fasica. Ent\u00e3o \u00e9 bem importante para mim e para o projeto.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia social do jazz \u00e9 outro ponto comum nas falas. Para Graciki, o jazz reflete uma heran\u00e7a de luta e express\u00e3o da m\u00fasica negra, que permanece relevante no combate ao racismo, preconceito e \u00e0 exclus\u00e3o social. Barbalho aponta que o jazz \u00e9 um estilo democr\u00e1tico, onde cada m\u00fasico contribui para um resultado coletivo, e que sua hist\u00f3ria est\u00e1 marcada por tentativas de elitiza\u00e7\u00e3o: \u201c\u00c9 um s\u00edmbolo realmente de resist\u00eancia, onde a m\u00fasica resiste, ela continua crescendo, ela continua tendo metamorfoses.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para o p\u00fablico que acompanhar\u00e1 os encontros, os m\u00fasicos prometem uma experi\u00eancia rica e diversa. Gabriel anuncia um show animado, com repert\u00f3rio desafiador, enquanto Elio destaca a mistura cultural presente na forma\u00e7\u00e3o do grupo, que une influ\u00eancias brasileiras, argentinas e cubanas, formando uma \u201cexplos\u00e3o multicultural\u201d. Micael complementa, descrevendo o espet\u00e1culo como din\u00e2mico, interativo e cheio de improvisa\u00e7\u00e3o, com m\u00fasicas de grandes compositores interpretadas por uma banda reconhecida localmente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O jazz como resist\u00eancia e ponto de encontro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para os m\u00fasicos convidados, o jazz carrega em sua hist\u00f3ria um legado de luta e express\u00e3o coletiva. Nascido em meio ao contexto da escravid\u00e3o nos Estados Unidos, o g\u00eanero se espalhou pelo mundo mantendo viva sua for\u00e7a pol\u00edtica, social e cultural. Graciki aponta que o jazz nasceu como uma forma de resist\u00eancia negra e, ainda hoje, carrega esse papel: \u201cEle era uma forma de express\u00e3o de revolta contra as amarras da sociedade, contra a escravid\u00e3o e preconceito.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para Gabriel, a pr\u00e1tica instrumental oferece uma oportunidade de liberdade criativa e forma\u00e7\u00e3o de pensamento cr\u00edtico. \u201cVoc\u00ea n\u00e3o pensa individualmente, voc\u00ea pensa coletivamente, para que ele soe como deve soar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, projetos como o Jazz Crew s\u00e3o compreendidos pelos m\u00fasicos como espa\u00e7os fundamentais de acesso e transforma\u00e7\u00e3o. Lorenzo observa que o jazz ainda ocupa um lugar marginal no mercado da m\u00fasica e que a\u00e7\u00f5es como essa ajudam a construir relev\u00e2ncia e visibilidade para o g\u00eanero. \u201cA gente n\u00e3o tem muita relev\u00e2ncia tamb\u00e9m por conta do mercado em geral. Muitas vezes as pessoas n\u00e3o consomem n\u00e3o s\u00f3 porque n\u00e3o conhecem, mas tamb\u00e9m porque n\u00e3o t\u00eam acesso a esse tipo de m\u00fasica.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Micael refor\u00e7a que levar o jazz para as ruas contribui para quebrar barreiras sociais, inclusive as que afastam pessoas de camadas populares de espa\u00e7os culturais tradicionais. \u201cQuando ela [o jazz] fica apenas no teatro, apenas na casa de show, a gente acaba afastando as pessoas desse tipo de m\u00fasica, n\u00e3o s\u00f3 pela quest\u00e3o financeira, mas tamb\u00e9m por uma quest\u00e3o social de \u00e0s vezes se acharem n\u00e3o pertencerem \u00e0quele lugar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre arte e cidade tamb\u00e9m aparece com for\u00e7a nos relatos. Para Barbalho, a presen\u00e7a da m\u00fasica em espa\u00e7os p\u00fablicos ativa a sensibilidade coletiva e amplia o olhar sobre o espa\u00e7o urbano: \u201cEla faz com que a gente desenvolva uma maior sensibilidade sobre o todo, sobre as pessoas, sobre o mundo.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Micael complementa lembrando que a m\u00fasica atrai outras express\u00f5es culturais e ajuda a ocupar a cidade de forma criativa e acess\u00edvel: \u201cAs artes populares andam em conjunto. O importante \u00e9 que ela aconte\u00e7a e que aproxime as pessoas das fazendas culturais da sua localidade, da sua cidade.\u201d<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXeIaLa8G5BfasTh4izd4XsR9DMeAuGaq6tJ6nFQjwGJG4EQHtRuqHWQwBZdOP27PFlxtBz_JsLHhk0YS9jBC1jncv1Hm_UkIgqkvbAsMgwaG0CGyj5B-CDV6KfH5WCWwqLz5Nxq?key=dd-zYaWKa5DZavL39va2QQ\" alt=\"\" style=\"width:537px;height:358px\" width=\"537\" height=\"358\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rafael Vieira <br> Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Rafael Vieira e o projeto Jazz Crew<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De fala serena, olhar atento e gestos contidos, Rafael Vieira carrega na postura calma a mesma precis\u00e3o com que conduz baquetas sobre a bateria. Nascido em Joinville, o m\u00fasico, produtor e educador \u00e9 reconhecido por unir t\u00e9cnica, escuta e comprometimento com a forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Come\u00e7ou na m\u00fasica aos 10 anos, tocando com o pai, e aos 15 j\u00e1 integrava sua primeira banda profissional, a Green Belly Express.<\/p>\n\n\n\n<p>Formado pelo Conservat\u00f3rio de M\u00fasica Popular de Itaja\u00ed e bacharel em Bateria pela Univali, Rafael consolidou uma trajet\u00f3ria vers\u00e1til que transita entre palcos, est\u00fadios e projetos educacionais. Tocou com artistas como Celso Blues Boy, integrou grupos como Camerata Dona Francisca, Joinville Jazz Big Band e Banda TerrAvista, e participou de turn\u00eas internacionais por pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m se destacou como produtor musical em est\u00fadios de Santa Catarina, Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo, al\u00e9m de ter atuado em projetos como o programa <em>Fashion House<\/em>, exibido na Fashion TV. Desde 2009, leciona na Escola de M\u00fasica Villa-Lobos e coordena iniciativas de forma\u00e7\u00e3o musical como o <em>Sarau#<\/em>, que j\u00e1 levou o espet\u00e1culo \u201cSarauzinho \u2013 A Hist\u00f3ria do Chorinho para Crian\u00e7as\u201d a dezenas de cidades catarinenses.<\/p>\n\n\n\n<p>Disciplinado e curioso, Rafael \u00e9 movido pela escuta e pela coletividade. \u00c0 frente do projeto <em>Jazz Crew<\/em>, busca criar conex\u00f5es entre artistas, comunidade e espa\u00e7o urbano por meio da m\u00fasica instrumental.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXcSaKR_aRocF_W6k7rzrxgcMUZ-T11zOEA44jHJTiHfjrM_LZ2xjNqaEXiWpy9DwL1pBuS4MbOQCkGKkAl9YFlvR00YGk3atZUadjtX7TT2EVfGCjYs3amVtSpUV8dflxvBjxF6_A?key=dd-zYaWKa5DZavL39va2QQ\" alt=\"\" style=\"width:540px;height:360px\" width=\"540\" height=\"360\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Marcos Archetti  <br>Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Os caminhos de Marcos Archetti<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Nascido em Buenos Aires, o m\u00fasico argentino Marcos Archetti cresceu em La Plata na inf\u00e2ncia. Passou pelo estudo do piano e da bateria antes de escolher o contrabaixo como seu instrumento principal. Durante sua forma\u00e7\u00e3o, transitou por diversos estilos musicais, tendo iniciado pelos estudos de m\u00fasica erudita, mas sempre mantendo uma forte conex\u00e3o com a m\u00fasica popular. Ao longo do tempo, desenvolveu a habilidade de tocar de ouvido e buscou uma liberdade maior para se expressar de forma espont\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta do jazz representou para Archetti uma oportunidade de ampliar essa liberdade expressiva em diferentes contextos musicais. Para ele, o jazz funciona como uma porta para explorar a espontaneidade, a intera\u00e7\u00e3o e a improvisa\u00e7\u00e3o, sem excluir outras vertentes musicais. O m\u00fasico destaca que tenta incorporar a improvisa\u00e7\u00e3o em variados estilos, como a m\u00fasica brasileira, a argentina e outras de diferentes origens, usando o jazz como uma forma de compreender a m\u00fasica que valoriza a liberdade individual e coletiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Como contrabaixista, compositor, arranjador e produtor, Archetti desenvolveu uma carreira que inclui turn\u00eas por v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, entre eles Brasil, Uruguai, Chile e Col\u00f4mbia. Em mais de vinte anos como arranjador profissional, trabalhou com conjuntos de c\u00e2mara, big bands e orquestras, al\u00e9m de atuar na produ\u00e7\u00e3o de discos, EPs, singles e projetos audiovisuais.<\/p>\n\n\n\n<p>No campo acad\u00eamico, Marcos foi professor e coordenador em disciplinas ligadas \u00e0 linguagem musical na Universidade Nacional de La Plata, e no Conservat\u00f3rio de Belas Artes de Joinville. Seu trabalho pedag\u00f3gico tem foco em um ensino que valoriza tanto aspectos humanos quanto cognitivos, buscando envolver diferentes correntes musicais com \u00eanfase na express\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Publicou o livro <em>&#8220;Improvisa\u00e7\u00e3o \u2013 Um m\u00e9todo para a constru\u00e7\u00e3o da liberdade&#8221;<\/em>, editado em portugu\u00eas e espanhol pela Melos. Tamb\u00e9m colaborou na edi\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de obras did\u00e1ticas, entre elas<em> \u201cRitm\u00e1tica \u2013 Descobrindo e habitando nosso territ\u00f3rio r\u00edtmico\u201d<\/em>, de Mariano &#8220;Tiki&#8221; Cantero, e <em>\u201cAlma de Guitarra \u2013 Volume 1\u201d<\/em>, de Jorge Palacios.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de possuir uma forma\u00e7\u00e3o musical em grande parte autodidata, estudou com m\u00fasicos como Javier Malosetti, Alejandro Herrera, Omar G\u00f3mez, Christian G\u00e1lvez, N\u00e9stor G\u00f3mez, Pino Marrone, Itiber\u00ea Zwarg e Guillermo Klein. Tamb\u00e9m cursou Filosofia na Faculdade de Humanidades da UNLP, complementando sua atua\u00e7\u00e3o art\u00edstica com uma base te\u00f3rica multidisciplinar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXfC00c9bV-P8FF9CKjLg-izaP8XTANyvEdo0UkBR5TrfO4fv6ehA1E1tdDPEKiR8m9yGbyaG5Y22T5yrzAXgYaulSXN5cw_Aho5lWqcTWvi3zE4h_jUUdSCER_w07GIO8cwvHS67A?key=dd-zYaWKa5DZavL39va2QQ\" alt=\"\" style=\"width:538px;height:365px\" width=\"538\" height=\"365\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Elio Lorenzo <br> Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Elio Lorenzo e a descoberta do jazz<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o de Elio Lorenzo com a m\u00fasica come\u00e7ou cedo, motivada por uma heran\u00e7a familiar. Ainda crian\u00e7a, em Cuba, ele foi impactado pela hist\u00f3ria de seu av\u00f4 trompetista. Aos nove anos, j\u00e1 experimentava sons e ritmos. Poucos anos depois, por volta dos 13, teve o primeiro contato com o jazz. \u201cO jazz mudou totalmente a minha percep\u00e7\u00e3o musical de vida. E eu falei desde aquela idade que isso era o que eu queria fazer.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Antes disso, Elio estudava m\u00fasica erudita. Ele relata que a estrutura r\u00edgida da m\u00fasica cl\u00e1ssica o levou a buscar novas possibilidades de express\u00e3o. Foi no jazz que encontrou liberdade. \u201cA m\u00fasica erudita meio que te aprisiona a um instante, a uma partitura, a uma interpreta\u00e7\u00e3o musical. O jazz n\u00e3o. O jazz, ele te liberta disso, te faz voar, improvisar, buscar outros caminhos, outras cores.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Essa descoberta n\u00e3o s\u00f3 definiu o estilo com que Elio trabalha, mas tamb\u00e9m sua abordagem como m\u00fasico: aberta \u00e0 improvisa\u00e7\u00e3o, ao encontro entre culturas e \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o constante por meio da linguagem musical.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXeVqaiZJ37NID_1os0eBQkanfH0VBAJtzr-bCWkOSRlTZe024mpy_WH0RyZDA0A5lcBQaCpKVOQWdwZ5wHUFlbpYsElTx325dukaEpUC8LGT_D2jOJQ-6TR43coVafW5BpbJZK4-A?key=dd-zYaWKa5DZavL39va2QQ\" alt=\"\" style=\"width:542px;height:362px\" width=\"542\" height=\"362\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gabriel Barbalho  <br>Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Gabriel Barbalho e sua trajet\u00f3ria no jazz<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Gabriel Barbalho nasceu em S\u00e3o Paulo e iniciou seus estudos no trompete aos sete anos de idade, influenciado pelos irm\u00e3os que j\u00e1 tocavam na igreja. Come\u00e7ou a tocar em uma banda marcial e, anos depois, passou a ter aulas no projeto Guri Santa Marcelina. Foi nesse per\u00edodo que teve o primeiro contato estruturado com o instrumento.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o termo &#8220;jazz&#8221; tenha surgido mais tarde em sua trajet\u00f3ria, a rela\u00e7\u00e3o com a improvisa\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o musical veio desde cedo. Gabriel conta que, mesmo com dificuldades t\u00e9cnicas nos primeiros anos, criar melodias e tocar de ouvido sempre foram pr\u00e1ticas naturais para ele, antes mesmo de entender conceitos como improvisa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a adolesc\u00eancia, ingressou em um projeto social na capital paulista, onde um professor percebeu sua inclina\u00e7\u00e3o para o estilo e lhe entregou uma lista manuscrita com nomes de trompetistas considerados essenciais para quem queria aprender jazz. Entre os artistas indicados estavam Dizzy Gillespie, Freddie Hubbard, Wynton Marsalis, Nicholas Payton, Miles Davis, Clifford Brown e Lee Morgan. A partir desse contato, passou a escutar esses m\u00fasicos aos poucos, at\u00e9 perceber que era por esse caminho que desejava seguir profissionalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Formado em Trompete Popular pela EMESP &#8211; Tom Jobim, aprofundou seus estudos no estilo durante o curso, com \u00eanfase em improvisa\u00e7\u00e3o. Estudou com Daniel D&#8217;Alc\u00e2ntara, considerado seu principal professor dentro da linguagem jazz\u00edstica, e teve contato com m\u00fasicos como Nen\u00ea, Vitor Alc\u00e2ntara, Paulo Malheiros, Nelson Ayres e Thiago Costa.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse per\u00edodo, tamb\u00e9m participou de apresenta\u00e7\u00f5es ao lado de nomes como Nailor Proveta, Jorginho Neto, Ted Nash (Jazz at Lincoln Center Orchestra), Bruce Williams e o maestro Roberto Sion. Em 2017, participou de um interc\u00e2mbio com a Juilliard School, em Nova York, por meio de uma parceria com a EMESP. Durante nove dias, teve aulas, tocou com m\u00fasicos da institui\u00e7\u00e3o e acompanhou apresenta\u00e7\u00f5es na cidade, que considera um marco em sua rela\u00e7\u00e3o com o jazz.<\/p>\n\n\n\n<p>O trompetista segue desenvolvendo seu trabalho autoral, com influ\u00eancias de diferentes culturas e estilos musicais, al\u00e9m de integrar o grupo Manana Latin Jazz, onde atua como m\u00fasico e produtor.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXfsL1KGaBphSmkTQtCkQPIE9NG0GzUFlO6fBjMJh8AjlY3NILsso9wleekYNFzDs4DA6Feil04Ov6kBez05n5gRo4fM5A6Wf3mq4DRcnnH9qWGT8Xz1P6Fprzr19X35qQzAT-Bp?key=dd-zYaWKa5DZavL39va2QQ\" alt=\"\" style=\"width:540px;height:369px\" width=\"540\" height=\"369\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Micael Graciki <br>Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Do rock ao jazz: a jornada musical de Micael Graciki<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o de Micael Graciki com o jazz n\u00e3o come\u00e7ou cedo, nem foi facilitada pelas circunst\u00e2ncias. Criado no interior de Nova Trento, ele conta que teve pouco acesso \u00e0 m\u00fasica instrumental nos primeiros anos da vida art\u00edstica. Sem refer\u00eancias locais, iniciou sua trajet\u00f3ria tocando rock. Foi s\u00f3 aos 17 anos, ainda no ensino m\u00e9dio, que come\u00e7ou a pesquisar por conta pr\u00f3pria sobre jazz e m\u00fasica instrumental, tentando entender por que tantos m\u00fasicos consagrados valorizavam esse universo. \u201cComecei a procurar sobre m\u00fasica instrumental, sobre jazz, por conta pr\u00f3pria, para encontrar o porqu\u00ea de tantos m\u00fasicos admirarem o ensino de m\u00fasica.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A busca o levou ao Conservat\u00f3rio de M\u00fasica de Itaja\u00ed, onde iniciou os estudos e conheceu Rafael Vieira. \u201cO jazz entrou comigo na minha vida pelo Conservat\u00f3rio de M\u00fasica, onde eu aprendi que esse tipo de m\u00fasica \u00e9 muito importante para o desenvolvimento musical de uma pessoa e de um artista.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos anos, o interesse virou of\u00edcio. Micael formou-se, seguiu compondo, tocando e ensinando. Hoje \u00e9 professor de guitarra popular e guitarra jazz no pr\u00f3prio Conservat\u00f3rio que transformou sua trajet\u00f3ria. O estilo, segundo ele, moldou sua maneira de tocar e pensar a m\u00fasica: \u201cDepois disso foi paix\u00e3o \u00e0 primeira vista e hoje faz parte da minha vida todos os dias.\u201d Para ele, o jazz \u00e9 uma linguagem viva, feita com entrega e afeto: \u201c\u00c9 uma m\u00fasica muito rica, os m\u00fasicos fazem com muito esmo e fazem com muito amor e carinho.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Iniciativa amplia o acesso \u00e0 m\u00fasica instrumental e incentiva a forma\u00e7\u00e3o de novos p\u00fablicos, promovendo a arte como ferramenta social Por Dyeimine Senn Schlindwein Joinville recebe, ao longo de julho, o projeto \u201cJazz Crew \u2013 M\u00fasica nas Ruas\u201d, que leva apresenta\u00e7\u00f5es gratuitas de jazz instrumental a diferentes espa\u00e7os p\u00fablicos da cidade. 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