{"id":17691,"date":"2025-12-01T16:16:30","date_gmt":"2025-12-01T19:16:30","guid":{"rendered":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/?p=17691"},"modified":"2025-12-01T16:18:27","modified_gmt":"2025-12-01T19:18:27","slug":"apadi-um-lugar-onde-esporte-e-inclusao-andam-juntos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2025\/12\/01\/apadi-um-lugar-onde-esporte-e-inclusao-andam-juntos\/","title":{"rendered":"APADI: um lugar onde esporte e inclus\u00e3o andam juntos\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Por: Diogo de Oliveira e Dyeimine Senn<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/apadijoinville.com.br\/\">A Associa\u00e7\u00e3o Paradesportiva de Defici\u00eancia Intelectual de Joinville (APADI)<\/a>, desenvolve pr\u00e1ticas paradesportivas voltadas para crian\u00e7as, adolescentes e adultos com autismo, defici\u00eancia intelectual e s\u00edndrome de Down. Fundada em dezembro de 2019 por profissionais da \u00e1rea e familiares de pessoas com defici\u00eancia, a entidade tem como objetivo promover inclus\u00e3o social por meio do esporte.<\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga Luana Hammes refor\u00e7a que a atividade f\u00edsica, quando estruturada em rotinas, tamb\u00e9m estimula fun\u00e7\u00f5es executivas como aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria, planejamento e o controle do tempo de espera. \u201cPor meio das repeti\u00e7\u00f5es, o esporte cria espa\u00e7o para a experimenta\u00e7\u00e3o de si, sempre com suporte, e isso aumenta autonomia e qualidade de vida\u201d, afirma a psic\u00f3loga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao oferecer inicia\u00e7\u00e3o paradesportiva, treinos e acompanhamento desde a inf\u00e2ncia at\u00e9 a juventude, a APADI atua justamente naquilo que transforma a experi\u00eancia esportiva em desenvolvimento real: rotina, pertencimento, est\u00edmulo sensorial, evolu\u00e7\u00e3o cognitiva e fortalecimento da confian\u00e7a dos atletas, resultados que se revelam nos p\u00f3dios, mas tamb\u00e9m no progresso di\u00e1rio, na independ\u00eancia conquistada aos poucos e nas novas possibilidades abertas pelo esporte.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre janeiro e dezembro de 2024, a entidade atendeu diretamente 69 pessoas a partir dos 5 anos de idade, segundo o relat\u00f3rio anual. No mesmo per\u00edodo, a associa\u00e7\u00e3o participou de 16 eventos esportivos e paradesportivos em diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds, envolvendo atletas e familiares.<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente da APADI, Gustavo Pazinato, acredita que o esporte transforma a vida dos participantes ao ampliar capacidades e habilidades muitas vezes invisibilizadas. Ele afirmou que a maioria dos atletas apresenta evolu\u00e7\u00e3o f\u00edsica e cognitiva ao longo do acompanhamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, cada participa\u00e7\u00e3o em competi\u00e7\u00f5es refor\u00e7a o potencial individual dos atletas. \u201cO esporte \u00e9 uma das melhores ferramentas de desenvolvimento humano e inclus\u00e3o social. Para as pessoas com defici\u00eancia, se torna ainda mais importante, pois potencializa suas capacidades e habilidades, que muitas vezes acabam ficando escondidas pelos estigmas da sociedade\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Um momento marcante do ano, segundo Gustavo, foi ver os atletas representando Santa Catarina nas Paralimp\u00edadas Escolares. Ele relata que experi\u00eancias como essa fortalecem a confian\u00e7a dos participantes e evidenciam o quanto o est\u00edmulo cont\u00ednuo ao esporte \u00e9 fundamental no processo de inclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A APADI oferece tr\u00eas frentes de atividades. A primeira \u00e9 dedicada \u00e0 atividade f\u00edsica para crian\u00e7as com autismo, de 5 a 7 anos, realizada na Arena Joinville e na C3 Escola de Nata\u00e7\u00e3o. A segunda \u00e9 a inicia\u00e7\u00e3o paradesportiva, voltada a crian\u00e7as de 6 a 10 anos, com treinos na Arena Joinville. J\u00e1 o atletismo paral\u00edmpico \u00e9 destinado a participantes a partir dos 11 anos, com atividades desenvolvidas na Associa\u00e7\u00e3o Desportiva Embraco e na Associa\u00e7\u00e3o Atl\u00e9tica Tupy. Os dias e hor\u00e1rios das atividades est\u00e3o dispon\u00edveis no <a href=\"https:\/\/apadijoinville.com.br\/\">site da institui\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos anos, os participantes da associa\u00e7\u00e3o estiveram presentes em competi\u00e7\u00f5es como o Meeting Brasileiro de Atletismo da Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (CBDI), evento nacional voltado a atletas com defici\u00eancia intelectual, s\u00edndrome de Down, autismo ou necessidades correlatas. A competi\u00e7\u00e3o re\u00fane provas de pista e campo e tem como objetivo promover inclus\u00e3o, desenvolver talentos e dar visibilidade ao esporte adaptado.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro destaque foi a participa\u00e7\u00e3o no Campeonato Brasileiro de Atletismo Paral\u00edmpico, organizado pelo Comit\u00ea Paral\u00edmpico Brasileiro (CPB), realizado no Centro de Treinamento Paral\u00edmpico, em S\u00e3o Paulo. A competi\u00e7\u00e3o funciona como base de forma\u00e7\u00e3o do paratletismo e re\u00fane jovens de diferentes classes funcionais, contribuindo para identificar novos talentos e preparar atletas para n\u00edveis mais altos do esporte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Foto_-Arquivo-Pessoal-scaled.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-17693\" style=\"width:481px;height:641px\" width=\"481\" height=\"641\" srcset=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Foto_-Arquivo-Pessoal-scaled.jpeg 1920w, https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Foto_-Arquivo-Pessoal-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Foto_-Arquivo-Pessoal-1536x2048.jpeg 1536w\" sizes=\"(max-width: 481px) 100vw, 481px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vinicius de Oliveira, paratleta da APADI | Foto: Arquivo Pessoal\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O brilho no rosto de Vinicius de Oliveira entrega o tamanho da conquista. Aos 17 anos, o jovem atleta da APADI voltou de S\u00e3o Paulo trazendo na mala tr\u00eas medalhas e mais um feito que marcou sua trajet\u00f3ria no esporte paral\u00edmpico. Nas Paralimp\u00edadas Escolares de 2025, realizadas em novembro no Centro de Treinamento Paral\u00edmpico, ele representou Santa Catarina e garantiu ouro nos 100 e nos 400 metros, al\u00e9m de conquistar a prata nos 800 metros de todas as provas na classe funcional T38.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu fiquei muito animado e feliz com a oportunidade de&nbsp; representar o estado em um evento nacional\u201d, disse. Ele treina na associa\u00e7\u00e3o desde 2018, quando iniciou nas atividades de inicia\u00e7\u00e3o paradesportiva. Hoje compete no atletismo paral\u00edmpico e relatou que prefere treinos relacionados ao salto em dist\u00e2ncia. Ele explicou que o esporte ampliou sua coordena\u00e7\u00e3o motora e seu condicionamento f\u00edsico.<\/p>\n\n\n\n<p>A conquista de Vinicius nas pistas carrega impactos que v\u00e3o al\u00e9m das medalhas. Do ponto de vista psicol\u00f3gico, o esporte tem um papel central no desenvolvimento de jovens com defici\u00eancia intelectual ou TEA. \u201cDentro do desenvolvimento infantil, atividades motoras amplas s\u00e3o a base para o surgimento de novas habilidades, como a linguagem, a motricidade fina, a compreens\u00e3o de si e as trocas sociais\u201d, pontua a psic\u00f3loga Luana Hammes.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, a pr\u00e1tica f\u00edsica aumenta neurotransmissores como dopamina e serotonina, que promovem estabilidade emocional, auxiliam na autorregula\u00e7\u00e3o e reduzem a ansiedade. Tamb\u00e9m fortalece o senso de pertencimento e melhora o processamento sensorial, diminuindo sobrecargas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vinicius integrou a delega\u00e7\u00e3o de Santa Catarina, que contou com outros dois atletas da APADI, tamb\u00e9m medalhistas no atletismo paral\u00edmpico. Jo\u00e3o Fernandes trouxe o bronze nos 100 metros da classe T21 sub-18, e Gabrielly Santos garantiu ouro nos 400 metros e prata nos 100 metros da mesma categoria. Juntos, os tr\u00eas conquistaram seis medalhas ao quadro geral do estado, consolidando a for\u00e7a da APADI no cen\u00e1rio paral\u00edmpico escolar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Foto_-Arquivo-Pessoal.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17694\" style=\"width:600px;height:755px\" width=\"600\" height=\"755\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vinicius de Oliveira, Jo\u00e3o Fernandes e Gabrielly Santos nas Paralimp\u00edadas Escolares de 2025 | Foto: Arquivo Pessoal\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O desempenho recente colocou Vinicius entre os destaques da delega\u00e7\u00e3o catarinense. Um m\u00eas antes das Paralimp\u00edadas Escolares, ele j\u00e1 havia demonstrado a for\u00e7a do seu nome no Campeonato Brasileiro de Jovens, em S\u00e3o Paulo, organizado pelo Comit\u00ea Paral\u00edmpico Brasileiro (CPB). Em outubro, foi vice-campe\u00e3o nos 400 metros da classe T38 sub-20 e ainda garantiu o bronze no salto em dist\u00e2ncia da mesma categoria.<\/p>\n\n\n\n<p>Na mesma competi\u00e7\u00e3o, Vinicius da Costa e Ana Beatriz de Campos tamb\u00e9m subiram ao p\u00f3dio, acompanhados pelo t\u00e9cnico da APADI Andr\u00e9 da Cunha. Disputando as categorias sub-17 e sub-20, os tr\u00eas atletas conquistaram cinco p\u00f3dios. Vinicius da Costa ficou em 3\u00ba lugar nos 200 metros da classe T38 sub-20, enquanto Ana Beatriz garantiu o 2\u00ba lugar nos 400 metros e tamb\u00e9m no salto em dist\u00e2ncia da classe T20 sub-17.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Foto_-Arquivo-Pessoal-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17692\" style=\"width:530px;height:583px\" width=\"530\" height=\"583\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"> Vinicius de Oliveira, Vinicius da Costa e Ana Beatriz  no Campeonato Brasileiro de Jovens, em S\u00e3o Paulo | Foto: Arquivo Pessoal<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong><em>Competi\u00e7\u00e3o re\u00fane jovens atletas de todo o pa\u00eds<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Realizada anualmente pelo Comit\u00ea Paral\u00edmpico Brasileiro (CPB), <a href=\"https:\/\/cpb.org.br\/competicoes\/paralimpiadas-escolares\/\">a competi\u00e7\u00e3o<\/a> re\u00fane delega\u00e7\u00f5es dos 26 estados e do Distrito Federal, e \u00e9 considerada a principal porta de entrada para jovens atletas com defici\u00eancia no esporte paral\u00edmpico de base no Brasil. A edi\u00e7\u00e3o ocorreu no Centro de Treinamento Paral\u00edmpico (CT), em S\u00e3o Paulo, e foi dividida em duas fases.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira fase contou com disputas nas modalidades de atletismo, goalball, futebol de cegos, basquete 3\u00d73 em cadeira de rodas, halterofilismo, taekwondo, t\u00eanis em cadeira de rodas e r\u00fagbi em cadeira de rodas. Ao todo, 1.142 atletas competiram nesta etapa. J\u00e1 a segunda fase trouxe as competi\u00e7\u00f5es de nata\u00e7\u00e3o, bocha, v\u00f4lei sentado, futebol PC, jud\u00f4, t\u00eanis de mesa e badminton, com a participa\u00e7\u00e3o de 914 atletas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Somadas as duas fases, a edi\u00e7\u00e3o de 2025 contou com 2.056 participantes, consolidando as Paralimp\u00edadas Escolares como o maior encontro mundial de jovens atletas com defici\u00eancia. A Escola Paral\u00edmpica de Esportes, idealizada e realizada pelo CPB, tem como objetivo promover a inicia\u00e7\u00e3o esportiva gratuita para crian\u00e7as e jovens de 7 a 17 anos com defici\u00eancia f\u00edsica, visual ou intelectual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O programa oferece atividades em 15 modalidades paral\u00edmpicas: atletismo, badminton, bocha, esgrima em cadeira de rodas, futebol de cegos, goalball, halterofilismo, jud\u00f4, nata\u00e7\u00e3o, r\u00fagbi em cadeira de rodas, t\u00eanis de mesa, t\u00eanis em cadeira de rodas, tiro com arco, triatlo e v\u00f4lei sentado. Todas presentes no programa dos Jogos Paral\u00edmpicos.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto atende jovens com defici\u00eancias f\u00edsica, visual e intelectual. Crian\u00e7as com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou defici\u00eancia auditiva podem participar desde que apresentem tamb\u00e9m uma das defici\u00eancias eleg\u00edveis ao esporte paral\u00edmpico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Como ajudar<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O presidente da APADI, Gustavo Pazinato, afirmou que o principal desafio da entidade \u00e9 manter recursos para garantir a continuidade das atividades. Ele explicou que a participa\u00e7\u00e3o de familiares e empresas t\u00eam auxiliado, mas que a capta\u00e7\u00e3o precisa ser permanente. Interessados em apoiar podem entrar em contato pelo <strong>WhatsApp: (47) 99971-5364.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Diogo de Oliveira e Dyeimine Senn A Associa\u00e7\u00e3o Paradesportiva de Defici\u00eancia Intelectual de Joinville (APADI), desenvolve pr\u00e1ticas paradesportivas voltadas para crian\u00e7as, adolescentes e adultos com autismo, defici\u00eancia intelectual e s\u00edndrome de Down. 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