{"id":4538,"date":"2020-07-28T10:00:16","date_gmt":"2020-07-28T13:00:16","guid":{"rendered":"http:\/\/revidigital.com.br\/?p=4538"},"modified":"2020-07-28T10:00:16","modified_gmt":"2020-07-28T13:00:16","slug":"academicas-de-jornalismo-vao-produzir-serie-sobre-doencas-raras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2020\/07\/28\/academicas-de-jornalismo-vao-produzir-serie-sobre-doencas-raras\/","title":{"rendered":"Acad\u00eamicas de Jornalismo v\u00e3o produzir s\u00e9rie sobre doen\u00e7as raras"},"content":{"rendered":"<p>Uma doen\u00e7a \u00e9 considerada rara quando atinge, no m\u00e1ximo, 65 pessoas em cada 100 mil. De acordo com dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 13 milh\u00f5es de brasileiros enfrentam <strong>doen\u00e7as raras<\/strong>. Entre essas pessoas est\u00e1 a acad\u00eamica J\u00falia Venturi, que tem <strong>esclerose m\u00faltipla<\/strong>.\u00a0 Foi com a inten\u00e7\u00e3o de incentivar outras pessoas a assumirem seus problemas de<strong> sa\u00fade<\/strong> que a estudante de jornalismo uniu-se \u00e0 colega Ana Carla Rubi para planejar uma s\u00e9rie de <strong>entrevista<\/strong>s com pacientes que convivem com doen\u00e7as raras.<\/p>\n<p>Por conta da pandemia do novo coronav\u00edrus, Ana e J\u00falia n\u00e3o puderam executar as reportagens, mas apresentaram o planejamento e roteiro para a banca avaliadora de <strong>projetos experimentais,<\/strong> composta pela orientadora do trabalho, Beatriz Cavenaghi, e pelas professoras K\u00e9rley Winques\u00a0 e Maiara Maduro. &#8220;Com nosso trabalho, queremos trazer um acalento para que as pessoas entendam que um diagn\u00f3stico n\u00e3o \u00e9 uma senten\u00e7a de morte e vai ficar tudo bem\u201d, relata J\u00falia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_4563\" aria-describedby=\"caption-attachment-4563\" style=\"width: 474px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4563 size-full\" src=\"http:\/\/revidigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/J\u00falia.png\" alt=\"\" width=\"474\" height=\"454\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4563\" class=\"wp-caption-text\">J\u00falia Venturi partiu da pr\u00f3pria experi\u00eancia para idealizar o projeto<\/figcaption><\/figure>\n<p>Cada epis\u00f3dio da s\u00e9rie trar\u00e1 a vis\u00e3o de um personagem, a fim de gerar um impacto positivo naqueles que foram rec\u00e9m-diagnosticados com alguma enfermidade. \u201cBuscamos distinguir bem um personagem do outro e n\u00e3o s\u00f3 colocar a doen\u00e7a em evid\u00eancia\u201d, conta Ana.<\/p>\n<p>K\u00e9rley elogiou o conte\u00fado do trabalho das acad\u00eamicas, por conta da boa abordagem que fizeram.\u201cTrazer um conte\u00fado s\u00e9rio, num per\u00edodo de desinforma\u00e7\u00e3o na internet \u00e9 imprescind\u00edvel\u201d, disse. A doutora sugeriu que as futuras jornalistas utilizem mais relatos em primeira pessoa, porque J\u00falia \u00e9 uma das fontes. Maiara sugeriu incluir fontes masculinas na s\u00e9rie. \u201c\u00c9 um tema pouco abordado pelas grandes m\u00eddias\u201d, observou Maiara. \u201cA gente tem certeza da import\u00e2ncia desse trabalho e o quanto ele tem para crescer\u201d, afirmou a professora Beatriz ao anunciar a nota 7,5.<\/p>\n<figure id=\"attachment_4564\" aria-describedby=\"caption-attachment-4564\" style=\"width: 595px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4564 size-full\" src=\"http:\/\/revidigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Ana.png\" alt=\"\" width=\"595\" height=\"400\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4564\" class=\"wp-caption-text\">Ana Carla Rubi destaca protagonismo dos personagens e suas hist\u00f3rias de vida<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma doen\u00e7a \u00e9 considerada rara quando atinge, no m\u00e1ximo, 65 pessoas em cada 100 mil. 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