{"id":5730,"date":"2021-09-29T18:08:06","date_gmt":"2021-09-29T21:08:06","guid":{"rendered":"http:\/\/revidigital.com.br\/?p=5730"},"modified":"2022-09-12T18:11:52","modified_gmt":"2022-09-12T21:11:52","slug":"conheca-a-banda-horney","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2021\/09\/29\/conheca-a-banda-horney\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a banda Horney"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Henrique Duarte<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A banda Horney de Joinville faz muito barulho nos movimentos culturais da regi\u00e3o. Com ra\u00edzes do rock da d\u00e9cada de 90, a banda atualmente \u00e9 integrada pelo quarteto: Duda, Andr\u00e9, Jorge e Bruno. Eles acabaram de gravar um novo projeto e pretendem lan\u00e7ar nos pr\u00f3ximos meses o EP com nome ainda n\u00e3o revelado. Este \u00e9 o segundo trabalho autoral da banda. Com o EP <em>Knees<\/em> (2020) na bagagem, a banda busca novas refer\u00eancias no punk e synthwave para os pr\u00f3ximos projetos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"595\" height=\"594\" src=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/capa.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-13102\" srcset=\"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/capa.png 595w, https:\/\/revidigital.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/capa-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 595px) 100vw, 595px\" \/><figcaption><sup><sub>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Instagram (Bruno, Andr\u00e9, Duda e Jorge)<\/sub><\/sup><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o atual da banda passou a maior parte do tempo produzindo na pandemia. Em entrevista via <em>Meet<\/em>, alguns integrantes da banda contaram um pouco sobre essa experi\u00eancia e adapta\u00e7\u00e3o no mundo musical.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como a Horney surgiu?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Jorge: Atualmente a banda \u00e9 formada pela: Duda, vocalista e guitarrista, Andr\u00e9 na bateria, eu no baixo e back vocal e o Bruno guitarrista e back vocal tamb\u00e9m. Em 2018 a Horney come\u00e7ou com uma vontade da Duda de ter um projeto principal. Resolvemos iniciar o projeto, com pessoas que hoje n\u00e3o est\u00e3o presentes na banda. A ideia surgiu num bar da regi\u00e3o (Emp\u00f3rio Dona Francisca).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Duda: At\u00e9 a Horney chegar na composi\u00e7\u00e3o atual, tivemos v\u00e1rios momentos de constru\u00e7\u00e3o. Antes disso, tivemos membros colaboradores de outras bandas de Joinville, um deles \u00e9 o Jos\u00e9 dos Scumbags, uma banda de punk\/rock do Jorge.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Porque as m\u00fasicas da banda s\u00e3o em ingl\u00eas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Duda: A Horney canta m\u00fasicas autorais, a primeira m\u00fasica autoral foi feita por mim. As composi\u00e7\u00f5es em ingl\u00eas tem a ver com afinidade sonora mesmo, e vontade de expans\u00e3o. Dominar a l\u00edngua estrangeira, principalmente o ingl\u00eas que conecta o mundo inteiro. Logo depois comecei a ressignificar esses tipos de letras, e n\u00e3o acho que cantar m\u00fasicas em outra l\u00edngua \u00e9 uma forma descart\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Horney - Knees (Official Video Clip)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uljPipVcwyM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00eas acham que o movimento cultural que a Horney est\u00e1 inserido enfrenta dificuldades na quest\u00e3o de alcan\u00e7ar p\u00fablico em Joinville?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Duda: Apesar de eu n\u00e3o abra\u00e7ar todos da cena cultural de Joinville, n\u00f3s conhecemos boa parte dos artistas. Isso mostra como a cena cultural tem uma uni\u00e3o e acolhimento entre artistas da cidade. Mas a quest\u00e3o do funcionamento e desdobramento poderia ser melhor quanto da parte da pr\u00f3pria cidade, das pessoas, bares e artistas. Atualmente, o cen\u00e1rio est\u00e1 bem fluido, principalmente antes da pandemia, quando a horney estava em alta na cena cultural. Dentro da bolha de acolhimento dos pr\u00f3prios artistas locais, est\u00e1vamos fazendo bastante barulho, em v\u00e1rios aspectos, buscando fazer movimentos culturais.<\/p>\n\n\n\n<p>A cena de Joinville \u00e9 grande, mas ela tem um apoio que, por si s\u00f3, precisa ser mais espalhado, pois as pr\u00f3prias ramifica\u00e7\u00f5es n\u00e3o se sustentam. Eu (Duda), por exemplo, trabalhava num bar (Bovary) onde buscava v\u00e1rias bandas locais para apresenta\u00e7\u00f5es, abrindo as portas para diversos artistas da regi\u00e3o. Mas isso tinha que respingar em outros raios diferente do nosso, pois a cena de joinville ainda \u00e9 muito enfraquecida.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejo que \u00e9 um \u201clance\u201d da cidade e que isso precisa mudar. Pessoas que s\u00e3o muito talentosas n\u00e3o d\u00e3o a cara para mostrar sua arte. Temos essa ideia clich\u00ea que Joinville \u00e9 uma cidade industrial, e realmente \u00e9, mas eu saio de casa, vou para os parques onde busco inspira\u00e7\u00e3o e vejo outras pessoas fazendo a mesma coisa. <strong>\u00c9 importante que as pessoas saibam que dentro da cena cultural de Joinville tem apoio entre os artistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quais suas principais influ\u00eancias musicais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Jorge: Nossa banda tem uma raiz bem forte do Rock anos 90 com influ\u00eancias do grunge. Acho que esse foi o g\u00eanero musical que realmente juntou a gente. Gostamos muito de Nirvana, a Duda tem muito gosto em Foo Fighters. Eu tenho muita influ\u00eancia de Alice in Chains, inclusive meu \u00e1lbum favorito, \u2018\u2019Jar of Flies&#8221; foi lan\u00e7ado no dia em que eu nasci (25 de janeiro de 1994) \u2014 isso tamb\u00e9m influencia muito a gente, porque sempre tentamos buscar um significado inserido no contexto das palavras e melodias.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, em nossas composi\u00e7\u00f5es, tentamos buscar diversas refer\u00eancias no Punk, Synthwave e artistas como Billie Eilish. Isso explica muito que hoje n\u00e3o ficamos focados em bandas e artistas que nos influenciavam no come\u00e7o, e sim buscamos v\u00e1rias coisas novas que auxiliam nas composi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como funciona o processo de composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Jorge: N\u00e3o tem uma regra. A cria\u00e7\u00e3o da m\u00fasica vem de uma semente original de ideias. O importante \u00e9 n\u00e3o desperdi\u00e7ar ideais. Basicamente pegamos um arranjo inicial, seja m\u00ednimo ou ideia estruturada, juntamos, discutimos e tocamos. \u00c9 muito comum a gente ir tocando e estruturando as m\u00fasicas no momento do ensaio e grava\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Qual a rotina de ensaio de voc\u00eas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Duda: Hoje conseguimos ter dois encontros semanais, sendo o principal aos s\u00e1bados no home studio do Bruno, mas experimentamos v\u00e1rias formas de extrair o \u201csuco n\u00e9ctar&#8221; da Horney. No come\u00e7o da pandemia, por exemplo, tentamos adaptar os ensaios cada um na sua casa. A forma\u00e7\u00e3o atual da banda tem mais tempo de pandemia, ent\u00e3o conseguimos buscar formas de adapta\u00e7\u00e3o. Hoje estamos tendo esse contato mais presencial, em janeiro fomos pra S\u00e3o Paulo gravar nosso EP \u2014 precis\u00e1vamos nos encontrar para conseguir colocar as ideias em pr\u00e1tica. E agora estamos readaptando a trabalhar como banda pessoalmente Foram sete meses desde que conseguimos encontrar uma luz nesse cen\u00e1rio ca\u00f3tico que o mundo vive em meio a pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entre o processo de grava\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00f5es, qual preferem?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Jorge: Antes da pandemia eu curtia muito em estar no palco, ter um contato com a galera. Com a pandemia, acabei me redescobrindo. Hoje vejo que o processo de cria\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas \u00e9 muito importante tamb\u00e9m. Estar com os membros da banda, discutindo e criando juntos, \u00e9 minha atividade preferida atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Andr\u00e9: Para mim n\u00e3o tem uma quest\u00e3o de favorito. O processo de cria\u00e7\u00e3o tem seu lado especial, assim como tocar ao vivo tem aquela troca de energia entre os membros da banda e com a galera que est\u00e1 assistindo ao show. Ent\u00e3o para mim n\u00e3o tem especial acho que a gente tem que saber tirar o melhor proveito da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O futuro da banda<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>Jorge: Gravamos nosso segundo EP em janeiro que n\u00e3o saiu ainda. Esse ser\u00e1 nosso primeiro material lan\u00e7ado pela gravadora <em>Forever Vacation<\/em>. Pretendemos lan\u00e7ar num futuro pr\u00f3ximo. Estamos ajustando algumas mixagens ainda. Al\u00e9m disso, estamos trabalhando em alguns clipes de m\u00fasicas j\u00e1 lan\u00e7adas, e tamb\u00e9m pensando em clipes para m\u00fasicas que estar\u00e3o no segundo EP. E, por fim, para um futuro mais distante, estamos come\u00e7ando a preparar a ideia do nosso primeiro disco.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: Knees\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"380\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/75xpul1J5YVElBJnXt1EZY?si=9GQo986RSy2C-TAPg0AALg&#038;dl_branch=1&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><figcaption>EP: Knees (2020)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Henrique Duarte A banda Horney de Joinville faz muito barulho nos movimentos culturais da regi\u00e3o. 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