{"id":6159,"date":"2021-12-06T20:06:21","date_gmt":"2021-12-06T23:06:21","guid":{"rendered":"http:\/\/revidigital.com.br\/?p=6159"},"modified":"2022-09-10T17:09:50","modified_gmt":"2022-09-10T20:09:50","slug":"slam-a-poesia-volta-as-ruas-de-joinville","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2021\/12\/06\/slam-a-poesia-volta-as-ruas-de-joinville\/","title":{"rendered":"Slam: a poesia volta \u00e0s ruas de Joinville"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Lucas Amaro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Na tarde do primeiro domingo de dezembro, o p\u00fablico, ainda t\u00edmido, come\u00e7ou a se reunir na Funda\u00e7\u00e3o Cultural Casa da Cultura. O violino, a dan\u00e7a, as poesias e a emo\u00e7\u00e3o tomaram conta do espa\u00e7o. Assim foi o retorno das atividades do Slam Joinville, movimento cultural de poesia falada. \u201cEm tempos de incertezas, a arte inspira e cria esperan\u00e7a para o futuro\u201d,&nbsp; afirma Zalu Amorim, organizador do evento.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento cultural, que teve in\u00edcio em 2019, invadindo as ruas de Joinville com poesia, dan\u00e7a, m\u00fasica e toda forma de express\u00e3o art\u00edstica, carrega discursos de uma gera\u00e7\u00e3o atenta \u00e0s causas sociais, levanta debates sobre racismo, homofobia, viol\u00eancia contra mulher, entre outras quest\u00f5es contempor\u00e2neas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com origem em Chicago, nos Estados Unidos, o Slam chegou ao Brasil em 2008, pela atriz Roberta Estrela D\u2019Alva, atrav\u00e9s da Zona Aut\u00f4noma da Palavra (ZAP), em S\u00e3o Paulo. O Slam \u00e9 a propaga\u00e7\u00e3o da cultura por meio do incentivo aos artistas locais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Numa mistura de jogo, poesia, cr\u00edtica e interven\u00e7\u00e3o urbana, os poetas se re\u00fanem em espa\u00e7os para declamar seus trabalhos. Cada participante ou <em>Slammer<\/em> tem um tempo previamente estipulado para apresentar seu trabalho, passando por uma banca de jurados, escolhidos aleatoriamente pela plateia, resultando nos finalistas, que passam para os campeonatos estaduais. Em Joinville, o movimento teve in\u00edcio em 2016, trazido por Thiago Schult, a cada nova edi\u00e7\u00e3o vem tomando forma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para F\u00e1bio Roberto, participante ass\u00edduo do Slam, o movimento tem um cunho importante na sociedade, o movimento come\u00e7ou na rua e conversa com a juventude, dando a possibilidade e perspectiva para os jovens, principalmente das periferias. \u201cA arte \u00e9 primordial para salvar a vida do jovem, ela fala sobre lutas, sobre coisas que nos incomodam, traz movimento\u201d, afirma o artista.<\/p>\n\n\n\n<p>Roberto foi inserido no mundo da arte atrav\u00e9s do hip-hop, movimento que j\u00e1 possui caracter\u00edsticas parecidas com o SLAM, mas foi atrav\u00e9s da leitura que descobriu e desenvolveu o seu amor pelas poesias e improvisa\u00e7\u00f5es. O compositor acredita que o Slam e toda essa din\u00e2mica da arte de rua serve para deselitizar a arte e a cultura, lev\u00e1-la para todos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A arte \u00e9 gratuita, para todos. \u201cA arte de rua \u00e9 isso, sempre existir\u00e1 um ouvido sol\u00edcito, pronto para o ouvir. \u00c9 gratificante poder sair dali descarregado, despejar arte, n\u00e3o existe recompensa melhor\u201d, afirma Roberto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Acompanhe o SLAM nas redes sociais: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/slamjoinville\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.instagram.com\/slamjoinville\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Lucas Amaro Na tarde do primeiro domingo de dezembro, o p\u00fablico, ainda t\u00edmido, come\u00e7ou a se reunir na Funda\u00e7\u00e3o Cultural Casa da Cultura. O violino, a dan\u00e7a, as poesias e a emo\u00e7\u00e3o tomaram conta do espa\u00e7o. Assim foi o retorno das atividades do Slam Joinville, movimento cultural de poesia falada. \u201cEm tempos de incertezas, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12762,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14,88],"tags":[48,449,451],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6159"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6159"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6159\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12763,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6159\/revisions\/12763"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12762"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6159"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6159"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6159"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}