{"id":773,"date":"2018-10-11T17:29:17","date_gmt":"2018-10-11T20:29:17","guid":{"rendered":"http:\/\/revidigital.com.br\/?p=773"},"modified":"2018-10-11T17:29:17","modified_gmt":"2018-10-11T20:29:17","slug":"palestra-aborda-depressao-em-ostomizados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revidigital.ielusc.br\/index.php\/2018\/10\/11\/palestra-aborda-depressao-em-ostomizados\/","title":{"rendered":"Palestra aborda depress\u00e3o em ostomizados"},"content":{"rendered":"<p>Na manh\u00e3 de hoje, estudantes do curso de <strong>Enfermagem<\/strong> da <strong>Faculdade Ielusc<\/strong>\u00a0participaram de palestra com a Doutora M\u00e1gada Tessmann, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Enfermagem de Santa Catarina. Ela falou sobre a <strong>depress\u00e3o<\/strong> em pacientes <strong>ostomizados<\/strong>. <strong>Ostomia<\/strong> \u00e9 um orif\u00edcio artificial na parede abdominal para manter a comunica\u00e7\u00e3o com o meio exterior, com a finalidade de eliminar dejetos. Os tipos mais comuns s\u00e3o a colostomia (no intestino para eliminar fezes e gases), ileostomia (intestino delgado para eliminar fezes) e a urostomia (condutos urin\u00e1rios para eliminar urina).<\/p>\n<figure id=\"attachment_782\" aria-describedby=\"caption-attachment-782\" style=\"width: 786px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-782 size-large\" src=\"http:\/\/revidigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/IMG_20181011_091104772_BURST000_COVER_TOP-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"786\" height=\"590\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-782\" class=\"wp-caption-text\">Doutora M\u00e1gada\u00a0 atendeu ao convite para palestra da professora Beatriz Schumacher\/ Foto: Jucilene Schneider<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A principal\u00a0 causa da ostomia \u00e9 o c\u00e2ncer, cerca de 67% dos casos. Muitas vezes,\u00a0 o paciente acaba desenvolvendo tamb\u00e9m a depress\u00e3o, sobretudo quando precisa carregar pelo resto da vida um aparelho coletor, a &#8220;<strong>bolsinha<\/strong>&#8220;. &#8220;Quando h\u00e1 um aparelho coletor grudado em n\u00f3s, a aceita\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil&#8221;, afirmou M\u00e1gada.\u00a0 Para o tratamento dessas pessoas \u00e9 necess\u00e1rio uma equipe multidisciplinar de profissionais, pois,\u00a0 al\u00e9m do m\u00e9dico e do enfermeiro, tamb\u00e9m se necessita de um psic\u00f3logo e, em alguns casos, at\u00e9 de um psiquiatra.<\/p>\n<p>A pessoa ostomizada escolhe se isolar do conv\u00edvio social por medo de que as outras pessoas notem a &#8220;bolsinha&#8221; ou escutem os sons que ela produz, j\u00e1 que n\u00e3o possuem mais controle na hora de liberar os excrementos. A\u00a0<strong>Associa\u00e7\u00e3o de Ostomizados de Crici\u00fama<\/strong> produziu um estudo em 2012 com 93 pacientes. Entre eles, 31,5% n\u00e3o faziam nenhuma atividade de lazer e 59,1% n\u00e3o tinham vida sexual ativa.<\/p>\n<p>Dessas 93 pessoas, 32,3% tinham idade superior a 68 anos e 23,7% estavam na faixa entre 58 e 67 anos, ou seja, a maior propor\u00e7\u00e3o estava entre adultos e idosos. As profiss\u00f5es que mais se destacaram no grupo estudado foram agricultores (18,8%) e pedreiros (10,1%).\u00a0 Hoje a ostomia \u00e9 considerada uma defici\u00eancia f\u00edsica e seus portadores podem usufruir de todos os direitos que a lei oferece.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na manh\u00e3 de hoje, estudantes do curso de Enfermagem da Faculdade Ielusc\u00a0participaram de palestra com a Doutora M\u00e1gada Tessmann, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Enfermagem de Santa Catarina. Ela falou sobre a depress\u00e3o em pacientes ostomizados. 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